Insights & News

Tendências, tecnologia e estratégia: a bússola para o marketing B2B de alta performance.

Quais gatilhos fazem um comprador B2B escolher a sua empresa?

Tempo de leitura: 9 minutos

25 de setembro de 2026

Quais gatilhos fazem um comprador B2B escolher a sua empresa?

Empresas B2B costumam conhecer profundamente seus produtos, serviços e processos. Sabem explicar funcionalidades, tecnologias, metodologias, diferenciais técnicos e modelos de contratação. Essa visão, no entanto, nem sempre se traduz em uma comunicação que parte da realidade de quem está comprando.

Para o cliente, a jornada costuma começar em outro lugar. Existe uma dificuldade operacional, uma meta que não está sendo alcançada, uma exigência nova do mercado, um risco que ganhou prioridade ou uma mudança interna que tornou a solução atual insuficiente. Só depois surge a busca por caminhos capazes de responder àquela situação.

Essa diferença merece atenção porque influencia a forma como uma marca é percebida, pesquisada e considerada. Uma empresa pode ter um portfólio bem estruturado e uma identidade consistente e, ainda assim, deixar pouco claro quais problemas consegue resolver.

No B2B, essa clareza tem peso comercial. Segundo o Think with Google, no estudo “A jornada de compra do cliente B2B”, 86% dos clientes B2B pesquisados já tinham fornecedores em mente no início da jornada, e a confiança na marca apareceu como o principal fator de contratação para 31% dos entrevistados.

A construção de marca, portanto, precisa ajudar o mercado a fazer uma associação concreta entre uma situação de negócio e a capacidade da empresa de resolvê-la.

Essa relação ganhou outra dimensão com a inteligência artificial. Hoje, um comprador pode pesquisar uma categoria no Google, acessar diretamente o site de fornecedores ou descrever seu problema para ferramentas como ChatGPT, Gemini, Copilot e Perplexity. Nesse último caso, ele nem sequer precisa conhecer previamente o nome exato da solução que procura.

Para as marcas B2B, a pergunta passa a ser bastante prática: quando um comprador pesquisa o problema que sua empresa resolve, está claro por que sua marca deveria fazer parte das opções consideradas?

Imagem gerada por IA

O comprador B2B começa pelo contexto do problema

Uma jornada de compra pode começar quando o cliente já sabe exatamente qual categoria deseja contratar. Em outras situações, ele percebe primeiro os sintomas.

Uma empresa de tecnologia, por exemplo, pode oferecer uma plataforma que centraliza informações e automatiza processos. Enquanto o fornecedor enxerga módulos, integrações e recursos, o cliente pode estar lidando com uma operação que cresceu e passou a perder produtividade porque informações importantes estão distribuídas em diferentes sistemas.

A necessidade existe antes de o comprador transformar essa situação no nome de uma categoria.

É justamente essa dinâmica que ajuda a explicar os Category Entry Points, ou CEPs, conceito estudado por Jenni Romaniuk e pelo Ehrenberg-Bass Institute.

“Pontos de entrada na categoria são as pistas que os compradores usam para acessar suas memórias quando confrontados com uma escolha.” — Jenni Romaniuk

O artigo “Category Entry Points in a Business-to-Business (B2B) World”, do Ehrenberg-Bass Institute descreve os CEPs como pistas utilizadas pelos compradores para acessar mentalmente uma categoria diante de uma situação de compra. Essas pistas podem estar ligadas ao motivo da compra, ao momento, ao contexto e até ao estado emocional envolvido naquela decisão.

Esse conceito oferece uma lente interessante para branding B2B porque desloca parte da discussão de “o que nossa empresa vende?” para “quais situações levam alguém a precisar do que nossa empresa vende?”

Uma companhia de cibersegurança pode oferecer a mesma solução para clientes que chegaram até a categoria por razões diferentes. Um deles passou por uma auditoria que identificou vulnerabilidades. Outro recebeu novas exigências de segurança de um cliente estratégico. Os serviços disponíveis podem ser semelhantes, mas a situação que tornou a contratação relevante é diferente.

Entender essas situações ajuda a marca a comunicar seu valor de forma mais próxima da realidade do mercado.

Sua comunicação começa no produto ou na realidade do cliente?

Existe uma diferença entre explicar uma solução e ajudar alguém a entender por que aquela solução é relevante para sua situação.

Muitos sites B2B começam diretamente pelas características da oferta: tecnologia utilizada, número de funcionalidades, integrações disponíveis, metodologia proprietária, certificações ou estrutura de atendimento. Todos esses elementos podem ser importantes durante a avaliação.

Só que o comprador precisa primeiro reconhecer alguma relação entre o que está lendo e aquilo que motivou sua pesquisa.

Quanto mais complexa a solução, maior tende a ser esse esforço de tradução. O fornecedor conhece o produto em profundidade. O cliente conhece o problema em profundidade. Uma boa comunicação aproxima os dois lados.

Isso também explica por que mensagens excessivamente técnicas podem funcionar bem para quem já está avançado na jornada e, ao mesmo tempo, dizer pouco para quem ainda está tentando compreender suas opções.

Os dados da 6sense reforçam a importância das fases anteriores ao contato comercial. O 2025 B2B Buyer Experience Report analisou quase 4 mil compradores e identificou que eles avaliam, em média, cerca de cinco fornecedores. Aproximadamente quatro deles já fazem parte da shortlist desde o primeiro dia da jornada, e 95% das compras terminam com um fornecedor presente nessa lista inicial.

Além disso, 94% dos grupos compradores já ordenam seus fornecedores preferidos antes da primeira conversa com vendas, segundo o mesmo levantamento.

Ou seja, a percepção sobre uma marca começa a ser construída muito antes da proposta comercial. Site, conteúdo, reputação, posicionamento e presença no mercado participam dessa formação.

Imagem gerada por IA

Por quais problemas sua marca quer ser reconhecida?

Branding B2B frequentemente recorre a conceitos amplos como inovação, confiança, transformação, parceria e crescimento. São atributos válidos, mas difíceis de ocupar de maneira exclusiva.

Quando várias empresas de uma mesma categoria utilizam praticamente o mesmo vocabulário, esses atributos passam a explicar pouco sobre a escolha.

Uma marca começa a construir um território mais claro quando consegue associar sua atuação a situações que o mercado reconhece.

O ponto não é transformar toda comunicação em uma lista de dores. Também não significa reduzir a empresa a um único problema. Uma mesma solução pode ganhar relevância em diferentes contextos, desde que exista coerência entre eles e a capacidade real da organização.

O próprio conceito de Category Entry Points considera essa variedade. Uma marca pode desenvolver diferentes associações ao longo do tempo e aumentar o número de situações nas quais faz sentido ser considerada.

Para chegar a esses territórios, vale observar perguntas mais próximas da realidade comercial: quais situações aparecem com frequência antes de uma contratação? O que mudou dentro das empresas que decidiram procurar ajuda? Quais dificuldades surgem repetidamente nas conversas de vendas? Em quais delas existe experiência, histórico e prova suficiente para a marca assumir uma posição?

Essas respostas costumam revelar oportunidades de posicionamento muito mais específicas do que expressões institucionais genéricas.

O posicionamento precisa aparecer na comunicação inteira

Uma associação de marca dificilmente se consolida quando existe apenas em uma apresentação estratégica.

Se a empresa deseja ser reconhecida por determinado tipo de problema, essa percepção precisa encontrar apoio em diferentes pontos de contato. O site deve explicar a relação entre problema e solução. O conteúdo pode aprofundar o tema. Os cases precisam mostrar situações semelhantes. Especialistas internos podem acrescentar conhecimento e perspectiva.

Isso exige olhar também para a arquitetura da comunicação.

Muitos sites B2B são organizados quase exclusivamente pela estrutura da própria empresa. Produtos, módulos, serviços e tecnologias definem a navegação, enquanto a realidade do comprador aparece apenas dentro dos textos.

Essas páginas continuam sendo necessárias, principalmente para quem já entende o que procura. O ganho está em criar também caminhos capazes de responder perguntas relacionadas a desafios, aplicações, setores ou situações específicas.

A clareza pode ser testada de maneira simples: alguém que conhece pouco sua categoria conseguiria acessar o site e entender rapidamente em quais circunstâncias aquela empresa pode ajudá-lo?

Se a resposta exigir grande familiaridade com a tecnologia ou com o vocabulário do setor, talvez o posicionamento esteja dependendo demais do conhecimento prévio do visitante.

Conteúdo pode ajudar a construir os territórios da marca

A mesma lógica vale para uma estratégia editorial.

Pesquisa de palavras-chave ajuda a identificar demanda e entender como determinados assuntos são procurados. Só que o nome do produto ou serviço representa apenas uma parte da jornada.

Também existe valor em mapear os acontecimentos que colocam determinada categoria na agenda do comprador.

Uma empresa de cibersegurança pode produzir conteúdos sobre soluções de proteção e, ao mesmo tempo, aprofundar temas ligados às situações que antecedem uma contratação, como auditorias, incidentes, novas exigências de clientes ou mudanças regulatórias.

Essa abordagem amplia o papel do conteúdo. Ele continua servindo à descoberta orgânica e passa a contribuir também para a associação entre determinado problema e a expertise da empresa.

A palavra-chave mostra o que está sendo pesquisado. O contexto ajuda a entender por que aquela pesquisa começou.

Quando essa lógica aparece de forma consistente em artigos, redes sociais, webinars, eventos e falas de especialistas, o mercado começa a enxergar um território de autoridade mais claro.

A produção deixa de ser uma sequência de assuntos isolados e passa a reforçar uma percepção.

A IA tornou a pesquisa mais contextual

A expansão das ferramentas generativas tornou essa discussão ainda mais atual porque o formato da pesquisa mudou.

Em uma busca convencional, o usuário tende a condensar a necessidade em poucas palavras. Em uma ferramenta conversacional, ele pode explicar o problema com contexto, restrições, objetivos e características da operação.

Isso permite que uma pessoa chegue a uma categoria sem conhecer previamente o nome da solução. Ela pode simplesmente descrever o que está acontecendo e perguntar quais caminhos fazem sentido.

Esse comportamento já aparece nos estudos sobre compra B2B. Segundo o 2025 B2B Buyer Experience Report, da 6sense, 94% dos compradores pesquisados utilizaram LLMs durante o processo de compra. O uso apareceu principalmente no meio da jornada, em atividades como comparação de ofertas, síntese de informações e análise de fornecedores.

O dado merece ser interpretado com cuidado. O relatório não mostra que as ferramentas generativas substituíram sites, buscas tradicionais ou interações comerciais. Elas passaram a compor uma jornada que já era fragmentada entre diferentes fontes.

Para branding, o efeito mais interessante está na forma como o problema pode ser verbalizado.

O comprador consegue fornecer à IA uma descrição muito próxima daquela que faria em uma reunião. A ferramenta, por sua vez, tenta relacionar aquele contexto a categorias, soluções e empresas.

Nesse processo, a clareza do posicionamento passa a ter outra função.

O que uma IA encontra quando tenta entender sua empresa?

Em agosto de 2026, o LinkedIn publicou o guia “How B2B Marketers Can Dominate AI Search on LinkedIn”, no qual destaca o avanço de ferramentas como ChatGPT, Gemini, Copilot e Perplexity durante jornadas de pesquisa B2B.

Entre as recomendações está a construção de autoridade em alguns territórios prioritários, reforçados por diferentes conteúdos e fontes.

Essa orientação conversa diretamente com posicionamento de marca.

Uma empresa que pretende ser associada a determinado problema precisa deixar rastros consistentes dessa expertise. O tema deve aparecer no site, nos conteúdos, nos cases, na atuação dos especialistas e, sempre que possível, em fontes que não sejam controladas pela própria organização.

Isso ganha importância porque sistemas de IA sintetizam informações distribuídas por diferentes ambientes.

O estudo “AI Search & LinkedIn: 5 Takeaways from 9.5 Million Citations”, publicado a partir de uma análise da Meltwater, observou 9,5 milhões de citações feitas por seis modelos de IA e encontrou presença relevante de conteúdo profissional e especializado entre as fontes utilizadas.

As regras desse ambiente ainda estão em formação e mudam conforme modelos, plataformas e mecanismos de busca são atualizados. Ainda assim, o princípio estratégico é familiar: marcas com posicionamento disperso tendem a ser mais difíceis de interpretar.

Se uma empresa fala de muitos temas sem profundidade e não apresenta evidências claras sobre aquilo em que possui experiência, a associação com um problema específico se torna fraca para o comprador e também para sistemas que tentam compreender sua atuação.

Posicionamento precisa ser acompanhado de prova

Existe uma diferença importante entre afirmar que uma empresa resolve determinada dor e construir credibilidade suficiente para que o mercado acredite nessa promessa.

É aqui que entram cases, depoimentos, resultados, pesquisas, especialistas, experiência setorial e recomendações externas.

O estudo “The Principles of Buyability”, realizado pelo LinkedIn em parceria com a Bain, reforça o papel da confiança nas decisões B2B. Segundo a pesquisa, fornecedores eram 20 vezes mais propensos a serem escolhidos quando todo o grupo comprador já conhecia e confiava na marca desde o início, em comparação com situações em que apenas o champion técnico conhecia o fornecedor.

Em 81% das compras analisadas, praticamente todo o buying group conhecia previamente a marca escolhida.

Isso ajuda a entender por que a comunicação orientada ao problema precisa avançar além da promessa. O comprador quer reconhecer sua situação, mas também precisa encontrar sinais de que aquela empresa já lidou com desafios semelhantes e possui capacidade para conduzir a solução.

Um case, nesse sentido, cumpre um papel maior quando explica o contexto anterior à contratação, os desafios encontrados e o raciocínio por trás da solução. O resultado ganha valor porque existe uma história de negócio que permite ao leitor reconhecer paralelos com sua própria realidade.

A mesma lógica vale para thought leadership e conteúdos de especialistas.

O 2025 Edelman-LinkedIn B2B Thought Leadership Impact Report destaca que mais de 40% dos negócios B2B podem travar por desalinhamento interno entre os integrantes do grupo de compra. O estudo também chama atenção para os chamados hidden buyers, pessoas que não necessariamente interagem com marketing desde o início, mas possuem influência sobre a decisão.

Portanto, a marca precisa ser compreendida por mais pessoas do que aquela que identificou o problema primeiro.

Como revisar seu posicionamento a partir dos problemas do cliente?

Grande parte das informações necessárias para essa análise já está disponível nas conversas que a empresa mantém com o mercado.

Reuniões comerciais, pesquisas de satisfação, briefings, atendimento, objeções e cases revelam como os clientes descrevem suas necessidades e quais acontecimentos normalmente precedem uma contratação.

A análise pode partir de algumas perguntas:

  1. O que normalmente acontece dentro da empresa antes de ela procurar uma solução como a nossa?

  2. Como os próprios clientes descrevem esse problema, sem utilizar o vocabulário interno da nossa empresa?

  3. Quais situações aparecem com maior frequência e possuem maior relação com o negócio que queremos construir?

  4. Quais dessas associações conseguimos sustentar com cases, experiência e conhecimento?

  5. Nosso site e nossos conteúdos tornam clara a relação entre esses problemas e aquilo que oferecemos?

  6. Os mesmos territórios aparecem na comunicação dos especialistas, nos cases e em outras fontes relacionadas à marca?

  7. Quando uma ferramenta de IA recebe uma pergunta relacionada a esses problemas, quais empresas e fontes aparecem como referência?

Esse último exercício pode ser útil como diagnóstico. O objetivo não precisa ser encontrar uma fórmula para fazer a marca aparecer em uma resposta específica. O mais valioso é observar como sua atuação está sendo interpretada e quais sinais públicos sustentam essa leitura.

Uma marca B2B precisa deixar claro onde consegue gerar valor

A maneira como compradores encontram fornecedores está ficando mais distribuída. Pesquisa orgânica, LinkedIn, conteúdo, indicação, eventos, equipes comerciais e ferramentas de inteligência artificial convivem dentro da mesma jornada.

Em todos esses ambientes, existe uma tarefa comum: compreender se determinada empresa faz sentido diante de uma necessidade.

É por isso que posicionamento precisa conversar diretamente com a realidade do cliente.

Uma marca que entende os problemas mais relevantes do seu mercado consegue organizar melhor sua mensagem, escolher territórios de conteúdo, apresentar seus produtos com contexto e desenvolver provas coerentes com aquilo que promete.

A inteligência artificial amplia essa necessidade porque permite que compradores descrevam situações completas antes mesmo de saber qual categoria devem procurar.

Quanto mais clara for a relação entre problema, expertise e solução ao longo do ecossistema da marca, mais fácil será compreender onde aquela empresa pode gerar valor.

Por isso, uma boa pergunta para orientar o planejamento de branding B2B é:

Quais problemas queremos que o mercado associe ao nosso nome e que sinais estamos construindo para sustentar essa percepção?

0%

Você verá nesse artigo:

Compartilhe esse artigo:

Seu progresso

Descubra como acelerar o seu crescimento

Fale conosco

Encontre em nosso blog

Pronto para transformar o crescimento da sua empresa?

O próximo nível do seu negócio exige uma estratégia sob medida. Unimos nossa expertise em marketing B2B à sua visão de mercado para construir um ecossistema de crescimento acelerado. Nossa especialidade é conectar sua marca a empresas que buscam soluções de alto valor.

Vamos criar algo extraordinário juntos.

Marketing de elite para o mercado B2B High Ticket.

Estratégias de alta especialização para empresas que vendem produtos e projetos de alto valor.

Sobre a Exent

A Exent é uma agência de marketing com alta especialização no mercado B2B High Ticket — empresas que vendem para outras empresas, com projetos e produtos de alto valor agregado.

Gabriella Manciope

Content Marketing

Estrategista de conteúdo para o mercado B2B, com foco em SEO, GEO e AEO.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

#autoridade
#acelera
#aiFIRST
#datadriven
#growth
#performance
#mktb2b
#Exent
#autoridade
#acelera
#aiFIRST
#datadriven
#growth
#performance
#mktb2b
#Exent

Últimos artigos

Do “parece lixo de IA” ao conteúdo que vende: como blindar a produção da sua marca

Do “parece lixo de IA” ao conteúdo que vende: como blindar a produção da sua marca

Existe uma sensação cada vez mais comum ao abrir um artigo, um post no LinkedIn ou até um e-mail de uma empresa: você lê duas ou três linhas e pensa “isso parece IA”. N...

Publicado em: 18 de setembro de 2026

Leia o artigo completo
O que o Marketing precisa saber sobre o processo comercial antes de criar uma estratégia B2B?

O que o Marketing precisa saber sobre o processo comercial antes de criar uma estratégia B2B?

O atrito entre o time de Marketing e Vendas é um dos desafios mais comuns nas empresas B2B, mas frequentemente não recebe a atenção necessária. Esse conflito surge de uma estrutura...

Publicado em: 11 de setembro de 2026

Leia o artigo completo